Momento de descontração teatral

SER EMO OU NÃO SER? Essa era a questão!
A possibilidade da cena da ao ser humano um instrumento poderoso de reflexão e transformação social.
Estaremos a partir do dia 10/02/08 funcionando todos os domingos das 15h às 19hs.
IêIêIê Iê Iê Iê Iê Iê, MAMBEMBERÊ!!!
Depois de uma tentativa frustrada na primeira semana do ano, ontem quinta 24/01 fizemos nossa primeira reunião do ano. Voltamos de férias com tudo e colocamos todo o papo
Será dia 30/01 quarta feira No SESC Teresópolis às 17hs no chafariz ou lanchonete. Contamos com a presença de todos.
Compareça, sua opinião é muito importante para nós.
Do dia 11/11/07 à 31/12/07, cada presença nas programações do mambemberê deu aos componentes uma ESTRELA especial responsabilidade.
Encerramos o ano de 2007 com a seguinte pontuação:
Thiago Hausen 19*
Juliana Câmara 17*
Cíntia Luando 16*
David Peixoto 16*
Bruna Maimone 15*
Ayrton Rebello 12*
Ivo 11*
Fernanda Borges 9*
Gisele Viana 9*
Luana Demenjour 9*
Sabrina Passarelly 9*
Mary Teixeira 8*
Luis 7*
Carlos Riccelli 6*
Geórgia Andrade 6*
Lídia 6*
Gabriel Câmara 5*
Alfredo Rebello 4*
Daniella Lavieri 4*
Igor Jose 3*
Thaymara Almeida 3*
Marcella Lopes 2*
Michele Bronstein 2*
Rafaela Freitas 2*
Claudia 1*
Diego Menezes 1*
A continuidade individual do trabalho é importante para o crescimento coletivo.
"Não falte ao trabalho porque um dia podem perceber que vc não faz falta"
Parabéns e que nesse ano possamos nos superar a cada dia.
ESTA CONFIRMADO!
A Cia. Teatral Mambemberê não tem mais nenhum vinculo com o C.C. FESO-ProArte. A diretora do núcleo cultural Michele Brostain, mesma que em novembro de 2007 havia nos comunicado, sem nenhum motivo aparente, que estaríamos naquele período entrando de ferias por tempo indeterminado, por falta de verba orçada para o ano de 2008, comunicou nessa segunda semana de janeiro ao nosso diretor Ayrton Rebello, que ele estava sendo substituído e que estaria colocando no lugar dele como experiência, o colega de trabalho Adriano Ramires. O que me deixa chateado é o fato de ela, Michele, ter justificado nosso corte ano passado por falta de verba, mas nesse ano conseguir a verba (que talvez nunca tenha faltado) para investir numa substituição, numa experiência. Ela sem mais nem porque cortou o afeto de todos nós vinte e tantos que fazíamos semanalmente uma pesquisa séria em cima do teatro de rua, sem perguntar o que achávamos disso. Não a vejo com esse direito. Ninguém tem esse poder. É desconsiderar toda uma turma e seu curso, represando o curso natural do rio para onde ela quiser. Só que não é assim que as coisas funcionam. Ela nunca entendeu quem nós éramos e o que fazíamos porque nunca acompanhou o processo. Ela não entendeu nada porque em nove meses de processo ela apareceu em duas aulas. Não entendeu que nós não somos os grupos dela, nós éramos o grupo da Proarte porque Trabalhávamos na Proarte, e nós somos um grupo. Se ela corta o nosso diretor ela esta cortando o nosso a (um braço do corpo). Se ela acha que nós vamos interromper nosso processo por que ela quer, engano dela. Não vamos voltar ao tat-bitat só por que ela quer. Não vamos regredir só para ela se sentir maior de novo. Ela não é maior e nunca foi por que somos um Grupo com mais de vinte, que aprendemos juntos a nos apoderar de nossas vidas, somos todos sabidos de nossas capacidades e não seremos massa de manobra dela e de ninguém, nunca. Volto a repetir, o Mambemberê não é a Proarte, não é a Michele, não é o Ayrton, não sou eu nem é você que lê isso. O Mambemberê somos nós. Uma pessoa nunca é Mambemberê. Mambemberê é e sempre será o Grupo.
E Com toda força que a natureza Divina da à nossa união, arrebentaremos aqueles que com malicias e interesses próprios, tentarem represar o curso de nosso rio de afetos.
Parafraseando a Une: O Mambemberê “Somos nós, nossa força e nossa voz”.
Tenho dito!
Thiago Hausen

Ser artista é uma possibilidade que todo ser humano tem, independente de ofício, carreira ou arte. É uma possibilidade de desenvolvimento pleno, de plena expressão, de direito à felicidade. A possibilidade de ir ao encontro de si mesmo, de sua expressão, de sua felicidade, plenitude, liberdade, fertilidade é de todo e qualquer ser humano. Isso não é um privilégio do artista, é um direito do ser humano — de se livrar de seus papéis, de exercer suas potencialidades e de se sentir vivo. Todo mundo pode viver sua expressão sem estar preso a um papel. Não se trata de ser artista ou não, mas de uma perspectiva do ser humano e do mundo. Não se trata só de todos os artistas serem operários, mas também de todos os operários serem artistas. Das pessoas terem relações criativas, férteis e de transformação com o mundo, a realidade, a natureza, a sociedade. O homem não está condenado a ser só destruidor, consumista, egoísta como a sociedade nos leva a crer.

Descobrimos um universo além-corpo,
Que transcende fronteiras cheias de dor.
Cores de panos aos quatro ventos.
Um pedaço de alma a cada balanço.
São só crianças em seu ofício inócuo.
Com o dom de quintanar as horas.
Simples como esses versos.
Calmos como cachoeiras sem trombas-d'água.
Eu escorrego pelas pedras,
Bato nelas uma vez ou outra,mas permaneço intacta...
A ouvir o som da canção.
Damos as mãos e viramos o mundo.
Porque existe um mundo de possibilidades em cada um de nós.
Teatro é a possibilidade que temos de brincar de sermos felizes.
Nessa vida corda-bamba,
Viramos equilibristas.
Ocupados com nosso riso.
Sem medo do próximo tombo,
Já que esse, não nos assusta.
Só nos faz mais fortes.
Antes de tudo, somos amigos.
Poetas, filósofos, músicos...
Atores de coração, de alma, de vida.
Nossa missão é somente fazer feliz,
Os olhos que não brilham mais.
Somos gurus, profetas.
E predestinamos o amor incondicional.
Com a pureza de nosso ser.
Com nossos detalhes primaveris.
Descobrimos a possibilidade de prolongar a história,
Com a revolução que habita no mover do nosso corpo;
Que nem Che Guevara conhecia.
Nossa poesia é dançante.
Nossas dores são vivas.
Porém, não tem poder algum perante a plenitude do nosso sorriso.
Somos mães, pais, irmãos, ...amigos.
Para quem não sabe,
Arte é nossa arma.
E nossa batalha esta travada.
Somos Mambemberê.
À todos vocês...
Muito prazer!!!