ESTA CONFIRMADO!
A Cia. Teatral Mambemberê não tem mais nenhum vinculo com o C.C. FESO-ProArte. A diretora do núcleo cultural Michele Brostain, mesma que em novembro de 2007 havia nos comunicado, sem nenhum motivo aparente, que estaríamos naquele período entrando de ferias por tempo indeterminado, por falta de verba orçada para o ano de 2008, comunicou nessa segunda semana de janeiro ao nosso diretor Ayrton Rebello, que ele estava sendo substituído e que estaria colocando no lugar dele como experiência, o colega de trabalho Adriano Ramires. O que me deixa chateado é o fato de ela, Michele, ter justificado nosso corte ano passado por falta de verba, mas nesse ano conseguir a verba (que talvez nunca tenha faltado) para investir numa substituição, numa experiência. Ela sem mais nem porque cortou o afeto de todos nós vinte e tantos que fazíamos semanalmente uma pesquisa séria em cima do teatro de rua, sem perguntar o que achávamos disso. Não a vejo com esse direito. Ninguém tem esse poder. É desconsiderar toda uma turma e seu curso, represando o curso natural do rio para onde ela quiser. Só que não é assim que as coisas funcionam. Ela nunca entendeu quem nós éramos e o que fazíamos porque nunca acompanhou o processo. Ela não entendeu nada porque em nove meses de processo ela apareceu em duas aulas. Não entendeu que nós não somos os grupos dela, nós éramos o grupo da Proarte porque Trabalhávamos na Proarte, e nós somos um grupo. Se ela corta o nosso diretor ela esta cortando o nosso a (um braço do corpo). Se ela acha que nós vamos interromper nosso processo por que ela quer, engano dela. Não vamos voltar ao tat-bitat só por que ela quer. Não vamos regredir só para ela se sentir maior de novo. Ela não é maior e nunca foi por que somos um Grupo com mais de vinte, que aprendemos juntos a nos apoderar de nossas vidas, somos todos sabidos de nossas capacidades e não seremos massa de manobra dela e de ninguém, nunca. Volto a repetir, o Mambemberê não é a Proarte, não é a Michele, não é o Ayrton, não sou eu nem é você que lê isso. O Mambemberê somos nós. Uma pessoa nunca é Mambemberê. Mambemberê é e sempre será o Grupo.
E Com toda força que a natureza Divina da à nossa união, arrebentaremos aqueles que com malicias e interesses próprios, tentarem represar o curso de nosso rio de afetos.
Parafraseando a Une: O Mambemberê “Somos nós, nossa força e nossa voz”.
Tenho dito!
Thiago Hausen